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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Confiança em Deus, é garantia de descanso e sossego

Introdução:

Ilustração: QUEM TEM MEDO DE AVIÃO?
O menino estava sozinho na sala de espera do aeroporto, aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos.
O menino foi simpático quando puxaram conversa com ele, e em seguida começou a passar o tempo colorindo um livro.
Não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estavam sendo feitas.
Durante o vôo a aeronave entrou numa tempestade muito forte, o que fez com que balançasse como uma pena ao vento.
A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.
Uma das passageiras sentada do outro lado do corredor, ficou preocupada com ele e perguntou:

- Você não está com medo?
- Não, senhora, respondeu ele, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir e piscando um dos olhos, meu pai é o piloto!

O salmo 56.11 nos diz: “Em Deus ponho a minha confiança e não terei medo”!

Em quem nós temos colocado a nossa confiança? Em quem você tem confiado? Sabemos que Deus é o único amigo que não decepciona, ele é aquele que sempre está ao nosso lado, nos momentos que mais precisamos.
A Palavra confiança significa: Segurança íntima com que se procede. Se confiança significa segurança intima, então sabemos que não é todo mundo que merece a nossa confiança. Mas quem é digno de confiança? Quem de fato merece a nossa inteira confiança? Sabemos que nem todos os nossos amigos e até mesmo pessoas da nossa família merece a nossa confiança, porém só há um que devemos depositar toda a nossa confiança, este é Jesus. Temos de fato confiado nEle, mesmo quando as coisas não andam muito bem em nossa vida, em nosso trabalho, em nossa família...? Quero falar nesta noite sobre alguns aspectos da nossa confiança para com Deus, ao ponto de levar-nos a descansar e sossegar, mesmo em meio as tempestades da vida.

I. A CONFIAÇA NOS LEVA A UMA CONCIÊNCIA DE CONVERSÃO E SOSSEGO.


O povo de Deus passava por muitos problemas, muitas provações e tribulações, porém todos estes problemas foram ocasionados por que o povo não buscava mais o Senhor, eles tinham se voltado aos deuses do Egito, eram povo que estava em rebeldia contra o Deus verdadeiro; vemos que o Senhor os chama a conversão, há muito tempo o Senhor os chamava ao arrependimento, que eles deveriam amar ao Senhor, crescerem em santidade na graça de Deus. Em 2 Crônicas 7.14, Deus chama o seu povo ao arrependimento, e faz promessas de cura, de bênçãos: E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. Deus não tem prazer na morte ou mesmo no sofrimento das pessoas, o seu prazer é que todos se salvem, porem as pessoas sempre buscaram andar distantes de Deus, procurando fazer os seus próprios caminhos. Muitas vezes em seus planos e projetos de vida, consta tudo, menos o Senhor. Deus ainda chama dizendo: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós”, Tg 4.8.
A quanto tempo não oramos a Deus com o nosso coração? A quanto tempo não nos humilhamos na sua presença? Será que a nossa confiança para com Ele já desfaleceu? Pelo fato de vermos tantas lutas, tantos problemas, tantas provações, perdemos a nossa confiança nAquele que pode tudo. Um verso de uma musica diz: “Se quer alguém que possa confiar, confie em si mesmo”, esse verso está correto? Podemos deixar de confiar em Deus e confiar em nós mesmos?
Quando as pessoas perguntam se somos crentes, dizemos que sim e até defendemos a logomarca da nossa denominação, porem dificilmente somos perguntado se somos convertidos, pelo fato de verem a falta de conversão em nossa vida no sentido da nossa confiança para com o nosso Deus. O povo de Israel falhou nesse ponto, deixou de confiar no Deus de libertação, preferiram as algemas dos reis de outras nações, do que a liberdade condicionada a obediência a esse Deus Verdadeiro. É possível dizermos que somos convertidos e o nosso coração não confiar no Senhor. O conselho que a Palavra nos dá é que devemos descansar no Senhor, mesmo quando as coisas não estão muito boas. Você confia no Senhor? Então descanse nEle, pois os que confiam no Senhor serão com os montes de Sião que nunca se abalam, Sl 125.1.

II. A CONFIAÇA NOS LEVA A UMA CONCIÊNCIA DE SALVAÇÃO.

O apostolo Paulo, usado pelo Espírito Santo reconheceu que havia tribulações, tribulações tais, piores das que vivemos hoje, porém ele diz que “em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou”, Rm 8.37. Nos esquecemos que a vitória já está garantida, pois Cristo garantiu por nós quando morreu na cruz do Calvário.
A Palavra nos diz que o diabo veio para matar, roubar e destruir, porém Cristo veio para nos dar vida, essa vida já temos, já está garantida. Se o nosso problema, a nossa provação é alguém que nos acusa, a palavra nos diz que ninguém pode acusar aqueles que foram inocentados por Deus – “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica” Rm 8.33. Seu problema é alguém que quer lhe condenar, a palavra nos diz que ninguém pode condenar aqueles que foram absorvidos por Deus – “Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” Rm 8.34. Seu problema é alguém que esta tentando lhe separar do amor de Jesus, seja eles família, vizinhos, amigos, a Palavra diz que nada poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.

Isso tudo nos leva a uma consciência de que somos salvos, e que as provas podem vir e virão e já vieram, porém elas tem limites. O diabo não pode cirandar com as nossas vidas, porque pertencemos a Cristo, somos propriedade exclusiva dEle, por que Ele nos comprou por preço que não podemos estimar, pois mui valioso, esse preço foi o seu sangue derramado na cruz. Se fomos comprados, qual deve ser a nossa postura diante de tudo o que acontece: “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus”, I Cor 6.20. Glorifique a Deus! Está doente? Glorifique a Deus! Está com problema na família? Glorifique a Deus! Alguém lhe decepcionou? Glorifique a Deus! Por que Cristo jamais te decepciona. Glorifique a Deus! Porque você é salvo!

III. A FALTA DE CONFIAÇA NOS LEVA A NÃO ACEITAR AS BÊNÇÃOS DE DEUS.

Quando não confiamos em Deus, somos levados a um senso de negação pelo que Deus tem feito em nossa vida. Quando estamos vivendo em provação, não conseguimos enxergar o quanto Deus nos ama, ao ponto de enviar seu próprio filho para morrer em nosso lugar, e isso faz com que deixemos de enxergar o que ele tem feito por nós. Muitas vezes Ele já respondeu as nossas suplicas, mas insistimos em sofrer, por que a resposta não é exatamente a que queríamos receber. O Salmista declara que Deus é a sua esperança e a sua confiança desde a mocidade, Sl 71.5, no salmo 78.28, ele diz que pôs a confiança dele no Senhor, e em Jeremias 17.7 nos diz que “Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR”.

Temos realmente confiado no Senhor? Temos percebido as bênçãos derramadas em nossas vidas? Ou temos negado o seu nome, a sua confiança, o seu amor, o seu cuidado?
Que possamos pedir ao Senhor que nos ajude a confiar mais em sua providencia, em seu agir, pois teremos descanso e sossego.

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Rev. Davi Gomes do Nascimento
Pastor da IPF em Santa Terezinha-PE

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A Igrega Presbiteriana Fundamentalista Betel, celebrou um culto de Gratidão pelos seus 36 anos de existencia na cidade de Santa Terezinha - PE. Louvado seja o nosso Deus, pois tem feito grandes coisas em nosso meio e por isso estamos alegre. Confiram algumas fotos desta grade festa de louvor e gratidão ao Bendito Deus:















FAMILIA PASTORAL DA IGREJA: Pr. Davi, Elizama a sua esposa e Evellyn sua filha.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

IGREJA PRESBITERIANA FUNDAMENTALISTA, UMA IGREJA GUERREIRA!

ai fotos da ultima inauguração de mais um templo, que foi construido na cidade de Solidão - PE, no dia 02 de Setembro de 2011, se Deus permitir, serão contruídos mais três templos, um em Fortaleza, no Ceará, um sitio chamado Cutia e outro na cidade de Água Branca - PB, não são templos vazios, mas com pessoas que foram chamadas ao arrependimento e tiveram suas vidas restauradas pelo poder de Deus.


FOTOS DA UNAUGURAÇAÕ DO TEMPLO DA IGREJA PREBITERIANA FUNDAMENTALISTA NA EM SOLIDÃO - PE


TEMPLO DA IPF EM SOLIDÃO - PE




CULTO INAUGURAL



LOUVORES AO SOBERANO DEUS



LOUVAI AO SENHOR



REV. WOO SUN KIM MINISTRANDO A PALAVRA



PASTORES E PRESBITEROS



ORAÇÃO FINAL REV. DAVI NASCIMENTO



BÊNÇÃO APOSTÓLICA

PASTORES WOO SUN KIM, NEIMAR BATISTA E NEILSON JOSÉ



REV. WOO SUN KIM E SUA ESPOSA A MISSIONÁRIA SOOK JA SHIN


HOMENAGENS



CONFRATERNIZAÇÃO




Orem pela IPFB!



Soli Deo Glori
















O DEUS QUE SUPRE AS NOSSAS NECESSIDADES

Texto: Êx 13.17-22

Introdução: Conhecemos a historia do povo de Israel, uma nação sofrida, que passou por muitos cativeiros, uma nação que quase deixou de existir, pois a visão do inimigo sempre foi dizimar esta nação da face da terra. Sabemos que quando eles estavam no Egito, antes tiveram expressão, e até mesmo um dos israelitas chegou a ocupar um alto posto no Egito, chegando assim a ser a segunda pessoa do Faraó, José era o seu nome, um dos filhos de Jacó, um dos patriarcas dos israelitas, neste período os israelitas experimentaram do bom e do melhor na terra do Egito, eram homens livres porém José morreu, morreu também o Faraó que concedeu tanta graça aos israelitas através de José. A Palavra nos conta que “levantou-se um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José”, Êx 1.8, a saga dos filhos de Israel começa com este texto, pois por se multiplicar os israelitas, e o numero de homens serem quase superior aos egípcios, e estes homens serem muito fortes como nos diz em Êx 1.9- 11: “O qual disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é muito, e mais poderoso do que nós. Eia, usemos de sabedoria para com eles, para que não se multipliquem, e aconteça que, vindo guerra, eles também se ajuntem com os nossos inimigos, e pelejem contra nós, e subam da terra. E puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas”. Houve temor por parte da liderança egípcia, houve grande preocupação, pois o povo crescia assustadoramente, mesmo havendo castigo e aumento do trabalho, mas em todo esse sofrimento, Deus era com o seu povo, pois ele cuida daqueles que ele ama. Deus ouve o clamor do povo em meio ao sofrimento e levanta Moisés como seu instrumento para libertar o seu povo. Deus desafia todo o poderio egípcio, Deus desafia os deuses egípcios, pois ele queria dar libertação ao seu povo. Essa foi a primeira etapa do sofrimento do povo, a segunda etapa é no deserto escaldante, onde Deus continua a cuidar do seu povo e os direciona rumo a liberdade. O tema da mensagem de hoje é:

“O DEUS QUE SUPRE AS NOSSAS NECESSIDADES”

Como Deus supre as nossas necessidades?

I. NOS GUIANDO PELO CAMINHO QUE ANDAMOS.
II. PROVENDO AS NOSSAS NECESSIDADES FISICAS.
III. PROVENDO AS NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS.

I. NOS GUIANDO PELO CAMINHO QUE ANDAMOS

Para tirar o povo do Egito, Deus agiu com um plano estratégico.

1. Ele treinou Moisés com toda a sabedoria Hebréia e egípcia, pois ele iria precisar para ter acesso ao rei do Egito e se comunicar com o povo, Cap. 2.

2. Preparou Moisés no deserto, ele deveria conhecer para guiar o povo de Deus, Cap. 2.15; 3.1.

3. Deus se apresentou a Moisés como o único Deus Soberano, Cap. 3.6

O texto que estamos considerando retrata a forma dos cuidados de Deus para com o seu povo, pois para que não se perdessem no deserto de dia, Deus ia adiante deles numa coluna de nuvem e para o povo não andar na escuridão, Deus ia adiante dele numa coluna de fogo. Deus jamais deixou de ser o guia do seu povo. Deus nos guia rumo a habitação da sua santidade, Moisés reconheceu esta verdade em seu cântico:“Tu, com a tua beneficência, guiaste a este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade”, Êx 15.13. Este exemplo tipifica a caminhada dos salvos rumo as mansões celestiais, a cidade que Cristo foi preparar para aqueles que pela fé aceitaram a salvação ofertada por Cristo. Ainda neste mundo, Deus tem guiado o seu povo em paz e segurança. A preocupação de Deus era que o povo caminha em paz e segurança o ver. 17 nos diz: “E aconteceu que, quando Faraó deixou ir o povo, Deus não os levou pelo caminho da terra dos filisteus, que estava mais perto; porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa, vendo a guerra, e volte ao Egito”. Primeiro, Deus toma o cuidado de guiar o povo no caminho seguro; segundo, Deus livra o povo do arrependimento e retorno ao Egito. Nestas duas verdades aprendemos que em meio aos problemas desta vida, Deus nos livra de cairmos nas mãos do inimigo e também do sentimento de retorno às antigas práticas.

II. PROVENDO AS NOSSAS NECESSIDADES FISICAS.

Na caminhada pelo deserto, havia algumas preocupações físicas do povo. “O que vamos comer”, “o que vamos beber, já que o deserto é seco”. O povo esqueceu, que o Deus que liberta, é o mesmo Deus que sustenta, inclusive fisicamente. Jesus condenou esse tipo de preocupação, tendo em vista ser ele o mantenedor do seu povo, ele nos diz: “Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”, Mt 6.31-34. Deus mandou o maná para satisfazer a fome do seu povo e quando tiveram sede, Deus fez brotar água da rocha. O povo no deserto, deveria apenas crer que Deus resolveria seus problemas; deveria apenas confiar que Deus supriria as sua necessidades físicas. Ao invés de glorificar, passaram a murmurar, reclamar. Muitos de nós temos recebido muitas bênçãos de Deus, mas seguindo o exemplo do povo, nos tornamos murmuradores, reclamamos, nos tornamos grandes críticos em relação aos que estão fazendo a obra de Deus. Nada dar certo, nada presta, tudo é desagradável. Não sentimos alegria em está na presença de Deus, não o glorificamos pelo que Ele é. Estamos com um prato de comida nas mãos, mas o pensamento já é no próximo prato que comeremos; vestimos uma roupa agora, já estamos pensando na roupa que vestiremos no ano novo. Pare! Jesus condena este tipo de atitude. Deus conservou o povo no deserto, durante quarenta anos ao ponto de seus causados e suas roupas jamais acabarem, como nos diz na Palavra de Deus: “E quarenta anos vos fiz andar pelo deserto; não se envelheceram sobre vós as vossas vestes, e nem se envelheceu o vosso sapato no vosso pé”, Dt 29.5.
Em meio a tantas dificuldades e murmurações, Deus sempre cuidou do seu povo, das sua necessidades.

III. PROVENDO AS NOSSAS NECESSIDADES ESPIRITUAIS.

A grande preocupação de Deus, era que o seu povo lhe prestasse culto no deserto, disse Deus a Moisés: “O SENHOR Deus dos hebreus nos encontrou. Agora, pois, deixa-nos ir caminho de três dias para o deserto, para que sacrifiquemos ao SENHOR nosso Deus”, Êx 3.18. É no deserto que estás passando que Deus quer que você glorifique o seu nome, é no deserto desta vida que Deus quer que o cultuemos. Costumamos sorrir e cantar quando tudo vai bem, porém na hora da tormenta, na hora da prova, costumamos murmurar. Deus queria culto no deserto, porém recebeu murmurações. Deus provê as nossas necessidades espirituais, por que ele requer de nós uma verdadeira adoração, uma sincera devoção.
Deus nos resgatou do deserto desta vida, e está nos conduzindo a Canaã celestial. A advertência é que apenas duas pessoas entraram na terra que Deus havia prometido a Abraão, Isaque e Jacó, estes foram Josué e Calebe. Deus disse: “Nenhum dos homens desta maligna geração verá esta boa terra que jurei dar a vossos pais. Salvo Calebe, filho de Jefoné; ele a verá, e a terra que pisou darei a ele e a seus filhos; porquanto perseverou em seguir ao SENHOR.Também o SENHOR se indignou contra mim por causa de vós, dizendo: Também tu lá não entrarás. Josué, filho de Num, que está diante de ti, ele ali entrará; fortalece-o, porque ele a fará herdar a Israel”, Dt 1.35-38. Como está a nossa caminhada? Caminhamos rumo a Canaã celestial ou vamos ficar de fora? Nem todos entraram na terra prometida, nem todos entrarão na Jerusalém celestial.





“A adoração liberta a personalidade, conferindo uma nova perspectiva à vida,
integrando-a às diversas maneiras de viver. Ela ainda traz à vida as virtudes da
humildade, lealdade, devoção e retidão de atitude, renovando e reavivando o
espírito”.





Roswell C. Long





Uma vez libertos daquilo que nos aprisiona, pecado, que possamos cumprir o propósito para o qual Deus nos chamou, adoração, pois ele supre todas as nossas necessidades.
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Sermão pregado pelo Rev. Davi Nascimento, na Igreja Presbiteriana Fundamentalista em Santa Terezinha - PE.

domingo, 28 de agosto de 2011

O QUE LEVOU JESUS A MORRER NA CRUZ?

Texto: Mt 27.31

Introdução:

A Cruz de Cristo é a maior expressão de amor de Deus para com o ser humano. Quando contemplamos a cruz podemos está em contato direto com as promessas feitas a nós por ocasião da morte de Jesus. O que você vê quando contempla a cruz? O que significa a cruz de Cristo para você? Você compreende realmente a mensagem da cruz? Ela ocupa seu pensamento em alguma parte de seu dia? Este é o grande assunto da sua vida?
Gostaria de ilustrar uma história para que vocês compreendam o que de fato é a cruz de Cristo. Esta ilustração tem por titulo “A PISCINA E A CRUZ”.
Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.
Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu e respondeu: Há alguns anos, numa certa noite perdi o sono e fui à piscina para nadar um pouco.Não acendi a luz, pois a lua brilhava muito.
Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra numa parede à minha frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela bela imagem. Nesse momento pensei na cruz de Cristo e em seu significado.
Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido para nos salvar.
Sentei-me no trampolim, enquanto aqueles ensinamentos vinham-me à mente. Não sei quanto tempo fiquei ali parado, mas, ao final, eu estava em paz com Deus.
Desci do trampolim e resolvi apenas tomar um gostoso banho, quando, para meu assombro, descobri que haviam esvaziado a piscina naquela tarde.
Naquela noite a cruz de Cristo salvou-me duas vezes: da morte física e da morte espiritual. Por isso molho o dedão do pé, antes de saltar.
Este é o significado da cruz para a vida do pecador: Salvação. Hoje que falar aos irmãos sobre três fatores que levaram o Senhor Jesus a morrer pendurado em uma cruz:

I. AMOR PELO SEU PAI.

Talvez nos perguntamos, o porquê Cristo morreu por miseráveis pecadores, pessoas sem amor, viciados, drogados, prostitutas, etc... Porquê? A resposta é clara e objetiva: “Amor”, foi o seu amor pelo seu Pai, que o conduziu a cruz. Jesus incansavelmente demonstrou o seu amor para com Deus Pai, em toda a sua vida e ministério, o amor para com Deus estava em primeiro lugar. Quando muitos colocavam as suas vidas acima de tudo, Jesus colocava o Pai acima de tudo, enquanto as pessoas colocavam suas ocupações acima de tudo, Jesus colocava seu Pai acima de tudo, enquanto muitos colocavam desculpas para não seguirem e realizarem a obra de Deus, Jesus fazia dos caminhos de Deus e sua obra a sua vida. Em João 10.18 Jesus fala a respeito do amor de Deus para com ele dizendo: “O Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la”. Jesus nos diz que o resultado do amor de Deus para com ela se dava pelo fato de que ele daria a sua vida para o resgate de muitos; em João 14.31, ele nos fala do seu amor para com o Pai, ao ponto de fazer tudo o que o Pai queria que ele fizesse: “Mas é para que o mundo saiba que eu amo o Pai, e que faço como o Pai me mandou”. Jesus foi o maior exemplo de abnegação e amor pelo Pai. Ele quer que sejamos exemplos de amor por Deus, em tudo que fazemos, em tudo que falamos e em tudo o que pensamos.

II. OBEDIÊNCIA AO PAI

O outro fator que levou Jesus a sofre na cruz do Calvário foi que ele era obediente ao seu Pai. Ele obedeceu até a morte e morte de cruz como nos diz em Filipenses 2.8: E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. O texto nos fala de três verdade:

1. Cristo foi 100% Homem, por isso sentiu dores
2. Sendo Reis e Deus eterno foi humilhado;
3. A sua obediência ao Pai, o levou a cruz, pois essa era a vontade de Deus.

Em João 3.16 nos diz que Deus amou o mundo de uma tal maneira que deu seu único filho para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna. Veja, irmãos que a chave para entendermos a morte de Cristo, está baseada no amor de Deus para com você. Deus lhe amou profundamente ao ponto de entregar o seu filhos para morrer por você. Muitos não entendem tal significado e até zombam dizendo que nenhum pai faria tal coisa, mas Deus fez, por que era preciso, pois sem derramamento de sangue não pode haver remissão de pecados e isso não sou eu que estou dizendo, mas a própria Palavra de Deus: “E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão” Hb 9.22. Era preciso que Jesus fosse pregado na cruz, pois ele era o sacrifício perfeito, escolhido pelo próprio Deus, para salvação do que crer, pois se creres verás a glória de Deus, nos diz a Palavra. Em nenhum momento Jesus questionou o seu Pai, no que diz respeito a morte na cruz, ele carregou a cruz, ele suportou a cruz, ele sofreu na cruz, ele morreu na cruz, e a única palavra proferida pela sua boca na cruz não foi de questionamento se valia a pena ou não, mas foi a oração feita na cruz que demonstrou pra que ele veio, essa palavra foi: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”, Jesus orou por você, ele suplicou que o Pai o perdoasse, ele chorou por você, ele clamou por você, ele morreu por você. A Bíblia declara: “O Senhor fez cair sobre Ele a iniqüidade de nós todos.” Isaías 53:6. E em I Pedro 2:24 nós lemos: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro os nossos pecados, para que nós mortos aos pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas fostes sarados”. E tudo isto teve como base a obediência de Jesus ao seu Pai. Você, caro ouvinte deseja uma prova do amor de Deus por você? Quer que eu prove se Deus lhe ama ou não? Em Romanos 5:8 nos é dito: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós sendo nós ainda pecadores.” A prova do amor de Deus por você, foi entregar seu filho para morrer a sua morte, a morte que estava lhe aguardando, a morte eterna, agora prove o seu amor para com Deus, se de fato você o ama, como você pode provar, qual a prova que você pode oferecer a Deus, que de fato você o ama? Se alguém lhe pergunta se você ama a Deus, prontamente você diz que o ama, então eu te desafio, prove que você ama a Deus. Nesse momento você começa enumerar a sua “bondade”, como tão bom você é, mas a Bíblia nos diz que a nossa bondade ou justiça são como trapos de imundícias: Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; O apostolo Paulo ainda fala que não nenhum justo, “não há quem faça o bem”, Rm 3.12Foi por amor que Jesus tudo sofreu. O amor de Jesus transcende o nosso entendimento. A única prova que você pode dar a Deus, que de fato você o ama, não é justificando os seus feitos, as suas obras, mas é se entregando completamente a Ele, se derramar diante dele, sofrer por amor a Ele.

III. AMOR PELO PECADOR.

Jesus demonstrou amor, demonstrou compaixão e misericórdia pelo homem perdido e morto em seus pecados. A Bíblia nos mostra claramente que Jesus veio curar, libertar, restituir; Ele veio para que todos tenham vida, e vida em abundância, porém o diabo veio matar, roubar e destruir, João 10.10. Satanás veio destruir famílias, separar casais... Jesus veio unir as famílias, unir casais, fortalecer a célula mater da sociedade. Satanás veio aprisionar os jovens nas drogas, na prostituição... Jesus veio libertar os jovens. Satanás trazer fome e miséria ao mundo... Jesus é o pão da vida e a esperança dos que o buscam. A Bíblia nos diz que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” Rm 3.23, isso porque “como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram Rm 5.12. O pecado trouxe conseqüências sérias para humanidade, pois a missão do pecado é nos afastar de Deus e nos tornar inimigos de Deus. Se uma pessoa diz que ama a Deus, mas não dá provas desse amor se entregando a Ele, tal pessoa é considerada inimiga de Deus, é isso que a Palavra de Deus nos diz: “Qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”, Tg 4.4. Aquele que quer viver amigavelmente nos prazeres deste mundo, pecando contra Deus, é inimigo de Deus. A única saída é a reconciliação com Deus, só através de reconciliação uma pessoa pode ter paz com Deus: “Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida”, Rm 5.10. Jesus veio trazer paz, por que ele amou o pecador, ao ponto de dar a sua vida para resgatá-lo do lamaçal do pecado, e trazê-lo para o Reino da sua maravilhosa luz. Jesus veio resgatar você, através do seu sangue ele lhe comprou, tomou você das mão de Satanás, restituiu-lhe a esperança, lhe deu ânimo para viver ao seu lado, lhe deu coragem para enfrentar as dificuldades e provações. Tudo por que ele lhe amou e se entregou por você. Amém
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Sermão pregado pelo Rev. Davi gomes do Nascimento na Igreja Presbiteriana Fundamentalista Betel, no dia 28 de Agosto de 2011.



sexta-feira, 29 de julho de 2011

Morre Jonh Stott! [Noticia]

John Stott morreu hoje às 03:15, horário de Londres (cerca de 09h15 CST), de acordo com John Stott Ministries Presidente Benjamin Homan. Homan disse que a morte Stott veio após complicações relacionadas à idade avançada e que ele tem estado em desconforto para as últimas semanas. Família e amigos íntimos se reuniram com Stott hoje como eles ouviram de Handel Messiah . Homan disse que John Stott Ministries vem se preparando para sua morte, nos últimos 15 anos. "Eu acho que ele foi um exemplo impecável para os líderes de ministérios de entregar as coisas para os outros líderes", disse Homan. "Ele comunicou ao amor de muitos para a igreja global e transmitiu a paixão pela fidelidade bíblica e um amor pelo Salvador." O porta-voz de Billy Graham divulgou a seguinte declaração do evangelista: "O mundo evangélico perdeu um de seus maiores porta-vozes, e eu perdi um de meus amigos pessoais e assessores Estou ansioso para vê-lo novamente quando eu ir para o céu.."
Christianity Today tem também uma seção especial sobre Stott e um apanhado do que os líderes cristãos e os amigos têm dito sobre o seu falecimento.
* * *
"Um evangélico é uma planície, cristã ordinária", disse John Stott Christianity Today , em uma entrevista de outubro de 2006. Da sua conversão na escola secundária Rugby em 1938 até sua morte em 2011 aos 90 anos, como exemplificada Stott extraordinária planície, o cristianismo ordinário pode ser. Ele não era conhecido como um pensador original, nem pretendem ser. Ele sempre se voltou para a Bíblia para a compreensão, e seu presente inesquecível foi o de penetrar e explicar as Escrituras. Como editor Kenneth Kantzer escreveu no CT "s páginas em 1981," Quando eu ouvi-lo expor um texto, invariavelmente exclamar para mim mesmo, 'Isso é exatamente o que isso significa! Por que eu não vê-lo antes?' "
Até a sua conversão e chamada subseqüente para o ministério cristão, Stott parecia caminhar para o corpo diplomático. A lingüista habilidoso, ele ganharia um primeiro em Cambridge em francês antes de ir para estudar teologia, na qual ele também ganhou a primeira vez. (A prestigiada "primeiro" é algo como "maiores honras" para uma pós-graduação norte-americana.) Ninguém duvida que Stott teria feito um diplomata soberba. Em seu ministério, ele reteve as melhores qualidades desse chamado, que é fiel e habilmente representar outra pessoa.

Um inglês apaixonado Sobre Evangelismo






Como qualquer bom diplomata, Stott sabia exatamente quem ele era e de onde ele veio. Nascido em uma emocionalmente próximo e culta família do médico, ele passou praticamente toda a sua vida no bairro de Londres mesmo. Quando criança, ele assistiu Todos os Souls Church, às vezes sentado na varanda e soltando maços de papel em chapéus das senhoras abaixo. Na sua ordenação na Igreja da Inglaterra em 1945, tornou-se pároco Stott lá e então, em 1950, reitor da igreja mal-guerra danificado. Ele permaneceria na equipe para o resto de seus dias.

Stott foi completamente Inglês de forma estereotipada: incisiva, cool, time-consciente, organizada e equilibrada. Embora tivesse um grande dom para a amizade, ele não foi dado a conversa fiada ou auto-revelação. (Ele tinha um senso de humor e era um talentoso músico amador.) Um solteirão convicto, ele mostrou uma formidável capacidade para o trabalho. Quando ele estava em um projeto escrito, ele poderia manter feliz sua própria empresa durante semanas a fio em seu retiro no País de Gales, moer a página após página de bem-regulado prosa.

Ao mesmo tempo, ele aproveitou o mundo em torno dele em toda sua variedade. Talvez nada mostrou isso tão óbvio como o seu amor ao longo da vida para observação de aves, que biógrafo de Timothy Dudley-Smith diz que beirava a obsessão. Em suas décadas mais tarde, Stott passaram uma parte grande de seu tempo viajando, em grande parte em países do Terceiro Mundo Maioria. Tempo para as aves foi quase sempre incluído. Ele viajou sem comitiva, às vezes, pregar em uma catedral e um dia debaixo de uma árvore a outra, encontro os poderosos e os humildes e permanecer em suas casas. Como um pastor de Londres, ele formou ligações fortes a uma grande variedade da humanidade. Quando ele encontrou oposição ou crítica, ele iria procurá-la para uma troca de pontos de vista. Ele não gostava de conflito, mas ele estava comprometido com o diálogo.

Desde o início, ele era apaixonado que marca registrada do evangelicalismo: evangelismo. O homem que o levou a Cristo, Nash EJH, ou "Bash", como era conhecido, trabalhou por Escritura União na elite Inglês escolas públicas. Stott tinha sido levantado para ir à igreja e ler a Bíblia diariamente, mas como um jovem estudante ele não tinha idéia de salvação pessoal. Bash compartilhado com ele a cena de Apocalipse 3, de Jesus de pé à porta e pedindo para vir pol apreendidos imaginação Stott, e em pouco tempo ele havia se tornado um cristão evangélico. Bash logo colocou Stott para o trabalho, conversando com outros meninos sobre o que ele havia descoberto. Pela Stott tempo chegou a universidade, ele estava correndo campos de férias Escritura União, que foram muito explicitamente evangelísticas.

Stott acabaria por se tornar mais conhecido como expositor da Bíblia e professor, mas durante sua primeiras décadas do ministério fez uma reputação como um evangelista. At All Souls, ele levou muitos a Cristo, ao organizar e ensinar a congregação como trazer seus amigos e vizinhos em um relacionamento com Jesus. Todos os Souls foi uma igreja do centro da cidade com uma impressionante mistura do bem-off e os indigentes, e Stott foi determinada a negligenciar nenhum dos lados. Ele acreditava firmemente que a igreja local deve ser um locus para o evangelismo. Um de seus primeiros livros, publicado em 1952, foi Evangelismo Paroquial pelos leigos . Suas duas publicações anteriores foram Evangelismo Pessoal (1949) e Tornar-se cristão (1950).

JI Packer lembra que Stott "em sua juventude ... era um evangelista estudante brilhante e dura funcionou." Ele foi o orador escolhido para um número considerável de semana Inter-Varsity Christian Fellowship de campanhas evangelísticas nas universidades britânicas, particularmente Cambridge e Oxford. Esses mais tarde alargado a América do Norte e em todo o Commonwealth. A partir dessas conversas evangelísticas veio um de seus livros best-sellers, Basic Christianity (1958), que foi traduzido para 25 idiomas e vendeu mais de um milhão de cópias.

Billy Graham visitou pela primeira vez na Inglaterra em 1946, e Stott conheceu ao compartilhar pregações ao ar livre na Speakers 'Corner, no Hyde Park. Em 1954, ele acolheu Graham por sua Cruzada Harringay de 12 semanas, e os dois se tornaram amigos morna. Mais tarde, esta amizade seria importante para o movimento de Lausanne, mas vale a pena notar que começou através de um compromisso ativo e compartilhado para o evangelismo.

Um ministro que liderou uma minoria desprezada Para Significado

Stott acredita na evangelização, e ele era ativo em muitos dos chamados ministérios para-eclesiásticos, como a Escritura União e InterVarsity. Fundamentalmente, porém, ele era uma igreja de um ministro que se tornou a principal figura em um ressurgimento do evangelicalismo britânica, especialmente dentro da Igreja da Inglaterra.

Evangélicos conservadores eram uma minoria desprezada quando Stott foi ordenado, sem um único bispo da Igreja da Inglaterra. Em resposta, mostrou sua engenhosidade Stott como um empreendedor social. Ele nunca foi um para manter suas convicções para si mesmo, nem para considerar uma situação desesperadora. Em vez disso, ele promoveu organizações destinadas a incentivar mais jovens clero evangélico, e ele ajudou a organizar e renovar conferências evangélicas.

Acima de tudo, serviu como um modelo de confiança e força intelectual. "Lembro de ter lido seus livros como um jovem estudante", diz o estudioso do Antigo Testamento Chris Wright, a quem mais tarde Stott escolheu para liderar Langham Partners International, o ministério Mundial Maioria das bolsas de estudo bíblico e pregação que Stott começou como um resultado de suas viagens pelo mundo. "Eles estavam tão claramente argumentou que você sentiu que tinha um caso."

Stott acreditava na mente como um dom de Deus. Em um mundo evangélico tentados a confiar em textos de prova e histórias emotivas, Stott perfurados no fundo na Escritura para mostrar seu poder. Muitas pessoas, ouvindo Stott pregar pela primeira vez, disse que nunca tinha ouvido falar da Bíblia expôs com tanta clareza e profundidade. Sua paixão foi para aprender o que Deus disse, e deixá-lo de forma de vida. Stott pregando e escrevendo renovada fé na inspiração das Escrituras, não só porque ele defendeu, mas porque ele é exibido.

Ao mesmo tempo, sua prática de evangelismo demonstrado que "o cristianismo, liso comum" poderia apelar a todas as classes de pessoas. O que os evangélicos mais precioso, a pessoa ea obra de Jesus Cristo, e as Escrituras que testemunhou a favor deles, ele mostrou-se recursos potentes para ganhar o mundo. Em grande parte através da liderança de Stott, o evangelicalismo britânico foi transformado de um remanso de defesa a um movimento engajado e significativo.

Um reformador Cadastrado Pregação Com Compaixão

Stott foi cada centímetro um evangélico, mas uma reforma evangélica. Ele reconheceu que o evangelismo poderia e, por vezes, afundou-se em mera piedade, enquanto que a Bíblia falava de uma transformação robusta do mundo trazidas pelo povo de Deus empenhados na missão. Como um pastor de Londres, Stott cada vez mais reconhecida a necessidade de evangelismo para recuperar sua herança de envolvimento com as questões sociais do dia.

Como ele disse a um entrevistador anos depois, "No início dos anos 1960, comecei a viajar no Terceiro Mundo, e eu vi a pobreza na América Latina, África e Ásia como eu não tinha visto isso antes. Tornou-se claro para mim que era totalmente impossível tomar aquela visão antiga ". A "visão antiga", foi que a pregação era sempre tarefa proeminente de um cristão, e que atos de compaixão eram estritamente secundária. Como Stott sondou as Escrituras, ele passou a acreditar que Jesus ordenou Grande Comissão de Jesus servos para continuar a sua missão inteira, que incluía interesse prático para a vida e saúde.

Um dos mais significativos Stott funciona e um que o levou longe de sua própria experiência, foi o livro problemas enfrentados cristãos de hoje (1984), em que ele tentou abordar as preocupações cruciais da sociedade contemporânea, como o aborto, as relações laborais e humanos direitos. Antes, ele havia escrito Your Mind Matters: O Lugar da Mente na Vida Cristã (1972). Em 1982, ele ajudou a lançar o London Institute for Contemporary Christianity, que ofereceu aulas e palestras em uma grande variedade de tópicos relevantes para a vida na sociedade moderna.

Seu maior impacto na área de interesse social veio um pouco inadvertidamente. Em 1974, a Associação Evangelística Billy Graham convocado um Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial em Lausanne, na Suíça. Cerca de 2.500 membros compareceram (além de 1.300 outros participantes). Cerca de metade dos delegados e palestrantes vieram de países do Terceiro Mundo Maioria. Ampla representação do encontro se assemelhavam reuniões do Conselho Mundial de Igrejas, mas a atmosfera animado da missão unificada foi sem precedentes. Muitos participantes apreendido pela primeira vez as dimensões globais da igreja evangélica. Quase 30 anos depois, Philip Jenkins escreveria A cristandade Next:. A vinda do Cristianismo Global Mas, como David Jones, presidente da John Stott Ministries, diz, em Lausanne, "livro de Jenkins estava ali nos rostos e mentes das pessoas Lausanne. mostrou a igreja global que podemos trabalhar juntos. "

Essa unidade não era automática. Na verdade, havia grandes diferenças de perspectiva entre as pessoas no Ocidente e os do mundo da maioria, ea relação entre evangelismo e preocupação social era um botão emocional quente. Segundo alguns, os cristãos foram chamados para pregar o evangelho parar, completa. Para outros, especialmente aqueles em países onde a pobreza ea injustiça eram inevitavelmente óbvio, tal postura foi de indiferença para as pessoas. Lausanne poderia facilmente ter dividido entre essas perspectivas.

Stott foi convidado para dar a palestra de abertura sobre a natureza do evangelismo bíblico. Ele começou com a humildade característica, chamando para "uma nota de arrependimento evangélico." E ele falou de frente com uma exposição lúcida das Escrituras para a questão na mente das pessoas.

"Aqui, então, são duas instruções:" amarás o teu próximo "e" ir e fazer discípulos ". Qual é a relação entre os dois? Alguns de nós se comportam como se pensássemos deles idênticos, de modo que, se nós compartilhamos o evangelho com alguém, nós consideramos que tenham concluído a nossa responsabilidade de amá-lo. Mas não. A Grande Comissão não explica, nem esgota, nem substitui o Grande Mandamento. O que ele faz é acrescentar ao comando do amor ao próximo e ao próximo serviço de uma nova dimensão e urgente cristã. Se realmente amar o nosso próximo, seremos, sem dúvida, dizer-lhe a Boa Nova de Jesus. Mas, igualmente, se verdadeiramente amamos nosso próximo, não deve parar por aí. "

Discurso Stott tornou possível para os delegados de repensar suas posições, de ouvir os outros, e conceber de pregação e acção social que trabalham em tandem. Ele conseguiu o mesmo truque em presidir a comissão que elaborou o Pacto de Lausanne. Habilidade Stott como um diplomata nunca foi mais evidente, como ele presidiu reuniões potencialmente fractious, levar as pessoas a ouvir pontos de vista uns dos outros. Trabalhou incansavelmente nos bastidores para elaborar e reformular o pacto, encontrando redacção que iria capturar vários pontos de vista sem fazer violência a qualquer. No final, o Pacto de Lausanne falou ao momento, expressando uma missão comum que a maioria dos delegados pode endossar entusiasmo, e ele falou para o futuro, fornecendo um quadro que grupos evangélicos poderiam usar como sua declaração básica. Lausanne foi um momento decisivo no evangelismo global. Billy Graham foi o organizador indispensável, mas John Stott foi o unificador indispensável.

Um legado que resume Evangélica Cristianismo

E o que é deixado para trás, agora que John Stott se foi? Alguns de seus legados pode ser visto em sua igreja, para as gerações vital, baseada comunidade, evangélica no coração de Londres. Para este dia, todas as almas serve como um farol para os visitantes de todo o mundo.

Assim, com Langham Partners, preeminente entre as organizações que lançaram. Cada vez que reflete uma parceria global de evangélicos preocupados com bolsa de estudos, literatura e pregação no Mundo da Maioria.

Seus livros, também, continuar a falar com eloqüência: clara, precisa, estimulante e equilibrada. Seus comentários cobrem grande parte do Novo Testamento, fazendo a ponte entre trabalhos acadêmicos e obras pensadas para os leigos. Muitas pessoas consideram a cruz de Cristo a ser magnum opus Stott, mas seu corpo inteiro é um apanhado de cristianismo evangélico: dominado pela Bíblia, mas cheio de uma sensação de missão centrada em Cristo.

Por toda a sua habilidade e inteligência, a sua escrita, sua energia empreendedora e sua pregação brilhante, o legado de John Stott final pode ser de pessoas. Ele foi mentor e fez amizade com um grande número de colegas de trabalho em todo o mundo.

Muito mais cedo do que a maioria, Stott reconheceu a vitalidade e força da Igreja no Mundo da Maioria. Ele começou a gastar uma parte crescente de seu tempo lá como ele se aposentou das responsabilidades do dia-a-dia de líderes de todas as almas.

A maioria de sua obra no mundo Maioria era, do ponto de vista Ocidental, invisível. Ele se reuniu milhares de líderes da igreja, muitas vezes jovens, homens e mulheres que lutam para encontrar seu lugar. Ele adquiridos livros de estudo teológico para aqueles que não tinham acesso a boas bibliotecas. Arranjou bolsas de estudo de doutorado no Reino Unido e os EUA para aqueles que tinham capacidade a esse nível. Ele demonstrou a pregação bíblica, e que ele modelou modéstia e um estilo de vida simples. Ele fez centenas, senão milhares de amigos, tornando-se em sua pessoa uma ponte entre culturas.

"Naturalmente, por temperamento, ele era um introvertido", diz Chris Wright. "Ele estava muito feliz por estar na sua própria companhia. No entanto, ele deu a si mesmo para tantas pessoas, lembrando-se nomes, sabendo de suas famílias, sabendo que seus filhos, escrever cartas, orando por eles. Ele estava constantemente orando por pessoas. Sua lista de oração foi tanto tempo. Sempre que ele iria encontrá-los novamente, ele iria se lembrar deles, porque ele estava orando por eles. "

"Houve uma mistura de sentimentos sobre o Ocidente entre os nossos líderes", afirma Ajith Fernando, um líder da igreja Metodista e chefe da Mocidade para Cristo em Sri Lanka. "Às vezes eu sinto uma raiva perto o racismo tenha surgido na mente dos líderes cristãos, fora do sentido que os líderes ocidentais não entendem as preocupações das pessoas no resto do mundo. Existe a suspeita de que o que eles querem é para cumprir sua agenda em nossos países-outra forma de colonialismo? Com ​​pessoas como John Stott em torno dele era impossível para mim para alimentar tais sentimentos em relação ao Ocidente. aqui foi humildade em pessoa .... Somos gratos que deu tanto tempo vindo para as nações mais pobres não com algum programa enorme que iria impressionar o mundo todo, mas simplesmente para nos ensinar a Bíblia. "

Latino-americanos teólogo René Padilla lembra vividamente um de seus primeiros encontros com Stott. "Na noite anterior, havia chegado em Bariloche, Argentina, no meio da chuva pesada. A rua estava enlameado e, como resultado, no momento em que chegamos ao quarto que tinha sido atribuído a nós, nossos sapatos estavam cobertos com lama. Na parte da manhã, como eu acordei, ouvi o som de uma escova de John estava ocupado, escovando meus sapatos. "John!" Exclamei cheio de surpresa: 'O que você está fazendo?' "Meu querido René", ele respondeu: "Jesus nos ensinou a lavar os pés uns aos outros. Você não precisa de mim para lavar seus pés, mas posso escovar os sapatos."

Teólogo David Wells, que foi convertido por meio de um 1959 John Stott missão na África do Sul, depois uma casa partilhada com ele por cinco anos na década de 1960. "Sua liderança era eficaz", diz Wells, "por causa de sua integridade pessoal e sua vida cristã. As pessoas que o conheceram sempre voltava a esses pontos. Ele era conhecido em todo o mundo, mas quando você o conheci, ele era uma mais devotos , humilde homem cristão. Sua vida privada não era diferente de sua vida pública. Era a mesma pessoa. Essa é outra maneira de dizer que ele tinha integridade. Não houve posar. "
Um gostaria de dizer que tal é a natureza da planície, cristãos comuns. Nem todos vivem até ele. John Stott fez.
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