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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O PRESBITERIANISMO



O QUE SIGNIFICA PRESBITERIANISMO?


A palavra “presbiteriano" não designa apenas o adepto de uma forma particular de governo eclesiástico. Portanto, “sistema presbiteriano" não é apenas o código de leis que regem determinada organização religiosa.
A doutrina da soberania de Deus é a idéia fundamental do sistema presbiteriano. Soberania de Deus significa o controle absoluto de tudo quanto existe, exercido por Deus. O Espírito de Deus, onipotente, onipresente, onisciente, eterno e supremo, governa todas as coisas visíveis e invisíveis, e as governa para fins sábios, santos e justos; fins estes conhecidos cabalmente por Deus apenas. Temos a seguir alguns princípios doutrinários do Presbiterianismo:

1. O princípio central da soberania de Deus decorre de fé e prática. A primeira coisa que deve verificar quem pesquisa a verdade religiosa é se Deus — que é a verdade eterna — realmente falou orientando os homens em matéria de fé e de conduta.
Todos os cristãos afirmam que Deus falou aos homens e que essa revelação se acha entesourada na Bíblia. Mas, embora todos os que se dizem cristãos aceitem a Bíblia como Palavra de Deus, nem todos a consideram regra única de fé e prática.

2. Direito de associação denominacional — A aceitação da Palavra de Deus escrita como regra infalível de fé e prática nos coloca diante do seguinte problema: que relação existe entre o indivíduo e a interpretação da Palavra de Deus? Que relação têm com a Bíblia os cristãos organizados em diferentes denominações?
Os padrões presbiterianos respondem ã primeira pergunta com o princípio de que a soberania de Deus decorre de que somente Deus é Senhor da consciência; é a Deus, Senhor Supremo, que cada homem tem de prestar contas. Visto que Deus é soberano, sua Palavra é a regra suprema de fé e prática, e cada indivíduo tem o direito de interpretá-la pessoalmente, de acordo com os próprios princípios que ela encerra.


ASPECTOS PRINCIPAIS DO SISTEMA PFIESBITERIANO

Após as considerações anteriores, é natural que verifiquemos quais os aspectos capitais do sistema que estudamos. As linhas mestras do estudo serão as de todas as religiões: Teologia, Dever, Culto e Governo.

1. Teologia — É fundamental, no presbiterianismo, o seu sistema teológico: exposição do que devemos crer acerca de Deus e das suas relações com os homens.

2. Dever— Entre as doutrinas essenciais do regime presbiteriano estão aquelas que determinam o dever do homem. Na determinação das leis que regem a conduta humana não há som confuso em nossos padrões. Princípios e preceitos morais são neles apresentados com a mais absoluta clareza. As principais doutrinas sobre o dever são as que se referem à livre agência do homem, à lei de Deus, ao pecado, à fé em Cristo, às boas obras, a liberdade cristã, aos votos e juramentos legais, a magistratura civil, ao casamento, ao divórcio e ao juízo final. Também essas doutrinas se conjugam em ordem lógica com o princípio fundamental da soberania de Deus. Da soberania divina decorrem as seguintes verdades:

a) A livre agência do homem e um elemento preordenado em sua personalidade e implica a sua responsabilidade perante Deus;

b) A Lei Moral, como se encontra nos dez mandamentos e de modo amplificado no Novo Testamento, continua em vigor, e os homens lhe devem inteiro respeito e obediência;

c) Tudo o que, no ser humano, se opuser a lei divina, seja em pensamento, em palavra ou em obra, e pecado;

d) A fé em Cristo é um dever de todos aqueles que ouvem e conhecem o Evangelho;

e) Homem algum tem o direito de sobrecarregar a consciência de outros homens com distinções morais que não estejam em harmonia com a Palavra de Deus;

f) Os cristãos devem provar, com uma vida piedosa e reta, as verdades doutrinárias que professam;

g) Boas obras constituem a prova de que o cristão já pertence à família de Deus, mas não servem de base nem de recurso para a salvação do pecador;

h) O homem não pode comprometer-se, em hipótese alguma, a fazer o que não seja reto;

i) Devemos cultivar grande reverência pelo nome de Deus;

j) O Estado, tanto quanto a Igreja, é instituição divina;

k) A obediência à autoridade civil legítima equivale à obediência devida a Deus;

3) Culto — O culto ocupa lugar de eminência na igreja cristã, tanto no que se refere a pessoas como a lugares e formas. Poderíamos definir culto como um movimento da alma humana para Deus, em nome de Jesus Cristo, no qual se adoram as perfeições divinas, exalta-se a bondade de Deus, imploram-se bênçãos celestiais como o perdão dos pecados.
As doutrinas principais dos padrões presbiterianos, com referência ao culto, são:

a) somente Deus deve ser adorado;
b) deve ser adorado pela mediação de Cristo apenas;
c) Deus aceita o culto quando tributado em espírito e em verdade, sob a direção do Espírito Santo;
d) somente no culto verdadeiro pode O pecado ser perdoado e obtido O favor divino;
e) no Evangelho, parte alguma do culto religioso aparece subordinada a este ou aquele lugar;
f) dentre os sete dias da semana, Deus separou um para o descanso, devendo esse dia ser inteiramente consagrado a Deus;
g) os princípios gerais do culto estão expostos na Bíblia.

4) Governo — Em seus aspectos essenciais, o governo da igreja não é matéria de expediente ou competência humana. A igreja foi estabelecida por Deus, na terra, com a finalidade de preservar, manter e difundir a sua verdade. A igreja deve ser, ao mesmo tempo, a coluna e o alicerce da verdade. Tendo origem divina, a natureza e os aspectos gerais da igreja estão claramente indicados na Palavra de Deus. As principais doutrinas presbiterianas sobre a igreja e sua forma de governo são:

a) Jesus Cristo e o chefe da igreja;
b) Todos os crentes devem estar unidos entre si e ligados diretamente a Cristo, assim como os diversos membros de um corpo, que se subordinam à direção da Cabeça;
c) Jesus Cristo mesmo determinou a natureza do governo de sua igreja;
d) Todos os crentes, como membros do corpo de Cristo, têm o direito de participar das atividades da igreja;
e) A igreja tem autoridade para exercer disciplina sobre os faltosos e para exercer o governo;
f) Os cristãos têm o direito de livre associação em denominações que prescrevam as condições de admissão em seu seio;
g) As igrejas podem preservar a união espiritual e doutrinária dos cristãos sendo, ao mesmo tempo, independentes administrativamente.

A soberania de Deus determina a ordem e a forma de apresentação dessas doutrinas. Do princípio Fundamental do presbiterianismo — a soberania de Deus — procedem, logicamente, as verdades seguintes:

a) Cristo é a única cabeça da igreja e, portanto, todos os cristãos que a ele estão unidos são membros da igreja ideal, invisível, que existe no céu e na terra, composta de todos os eleitos;
b) Todas as pessoas que professam a verdadeira religião são membros da igreja visível e universal existente na terra;
c) Todo o poder da igreja e declarativo e ministerial: ministerial quando a igreja age em lugar de Cristo e declarativo quando interpreta os ensinos de Cristo contidos nas Sagradas Escrituras;
d) Os termos de admissão de membros devem ser de acordo com o que está estatuído na Palavra de Deus;
e) Somente devem ser nomeados na igreja oficiais permanentes nos casos que a Bíblia indicar;
f) Os ministros, como representantes de Cristo, são irmãos e iguais uns aos outros em autoridade;
g) O povo de Deus tem o direito de participar do governo da igreja;
h) A igreja possui o poder de excluir os crentes faltosos e de regular a conduta de seus membros;
i) Como a igreja e composta, não de unidades desconexas e independentes, mas de partes unidas umas às outras, como porções de um todo, verdadeiros membros de um corpo, tem ela o direito de regular e de inspecionar todas as suas partes componentes, sejam membros da comunidade eclesiástica, sejam congregações particulares;
j) A existência de denominações não fere os preceitos bíblicos e não destrói a verdadeira unidade da igreja, desde que cada uma delas cumpra fielmente a missão que foi imposta por Deus; e,
k) Finalmente, o Estado não tem poder algum sobre a igreja.

No Presbiterianismo é adotado a forma de governo por oficiais, conforme prescrito na Bíblia, são eles:

• Presbítero Docente (Pastor)
• Presbíteros Regentes

• Diáconos (Responsáveis pelo arrecadamento de ofertas para ajudar aos necessitados)


A HISTORIA DO PRESBITERIANISMO COMO DENOMINAÇÃO

Historicamente, a Igreja Presbiteriana começou no século 16, com o Reformador João Calvino. A função de João Calvino dentro da reforma protestante, foi sistematizar a doutrina bíblica. Por ter formação universitária de jurista e teólogo, bem como por sua maneira de ser e por sua orientação humanista, foi o grande sistematizador das idéias da Reforma. Desde sua conversão ao protestantismo, em 1532, sentiu a necessidade de dar expressão doutrinária às idéias suscitadas pela leitura da Bíblia. A partir de Calvino foi Organizada a primeira Igreja Reformada na Suíça, em Genebra, outras surgiram pela Europa. Assim foi formada a Igreja Reformada da França, a Igreja Reformada da Holanda, a Igreja Reformada da Alemanha. Na Escócia, um padre e professor da Universidade de Santo André, em Glasgow, chamado João Knox, aderiu às idéias da Reforma e, tendo de exilar-se em Genebra, ali entrou em contato com Calvino, a quem muito admirou. Conquistado de alma e coração pelas doutrinas e métodos desse Reformador, quando voltou à sua terra escreveu um Livro de Disciplina, inspirado no calvinismo, que só tornou o regulamento do protestantismo escocês. É a João Knox e a seu sucessor, André Melville, que se deve principalmente o sistema presbiteriano de governo por ministros e leigos, numa série do concílios, em ordem ascendente, desde o Conselho local (governo da comunidade), Presbitérios (concílios regionais) e Assembléia Geral (sínodo nacional). Até aqui podemos ver as bases do presbiterianismo de então. Tendo como sitematizador o reformador João Calvino e posteriormente João Knox, onde nasceu propriamente dito a denominação Presbiteriana, como hoje se ver.
No Brasil o Presbiterianismo surgiu com o missionário Ashbel Green Simonton (1833-1867), que aqui chegou em 1859. Dentro do presbiterianismo no Brasil existe ramificações denominacionais, são elas:

• Igreja Presbiteriana do Brasil (1859)
• Igreja Presbiteriana Independente (1903)
• Igreja Presbiteriana Conservadora(1940)
• Igreja Presbiteriana Fundamentalista(1956)
• Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil(1968)

Hoje o Presbiterianismo no Brasil tem 150 anos de existência, para honra e glória do Bom Deus.


Bibliografia:

*O Sistema Presbiteriano, Roberts W. H, Ed. Cultura Cristã - 3ª edição 2003.
*O OFÍCIO DE PRESBÍTERO, MARTINS F. Ed Presbiteriana
*Teologia Sistemática, Berkhof Louís, Ed. Cultura Cristã

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O GRANDE ABISMO, ONDE MUITOS ESTÃO CAINDO.


"Os preversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus", Salmos 9.17.

A sociedade de hoje vive em uma completa inércia espiritual. A perversidade vem almentando a cada dia e, muitos não lembram mais do glorioso Deus que os criou. è possivel ver pessoas que estão mais voltadas para os seus próprios interesses, procuram tirar vantagem em cima de tudo e de todos, pois o Deus glórioso não habita em seus corações. Quando lemos o Samo 9.17, podemos notar qual será o resultado final dessa tão triste soma: "Os pervesos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus". A palavra perveso significa, uma pessoa pervertida, depravada, malvada e cruel, e não são as qualidades encontradas em muitos e principalmente naqueles que não conhecem a Jesus como seu Salvador.


A Palavra de Deus nos diz que Paulo, o grande apostolo, vivia incomodado com um certo espinho na carne que foi lhe dado para que ele não se exaltasse (2 Cor 12.7). No caso de Paulo, ele era um servo de Deus, e com toda propriedade e Autoridade vindas do Alto ele ouve Cristo dizer: "Basta a minha graça, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza", 2 Cor 12. 9. No caso de hoje muitos não ligam para o que lhes aguarda, o grande abismo está prestes a tragar muitos, pelo fato da sua rebeldia contra Deus. Quantos podem dizer como o Apostolo Paulo: "Porque, quando estou fraco, então sou forte?" Nós podemos dizer estas palavras pelo fato de que já não somos inimigos de Deus (Cl 1.21), já somos livres da ira que há de descer sobre este mundo e quanto aqueles que andam na perversidade são tidos como inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição (Fl 3.18, 19). No versiculo 18 de Filipenses 3, O apostolo destaca que o deus de muitos é o próprio ventre. Na época de Paulo as pessoas ditas religiosas se consideravam vivendo em um plano espiritual elevado, o que lhes permitia entregarem-se livremente aos prazeres sensuais, seja a comida("o deus deles é o ventre") ou sexo ("a glória deles está na sua infâmia). Hoje também, podemos ver pessoas que se dizem religiosas, mas que evidenciam o mesmo problema relatado pelo apostolo Paulo.


Notamos nos olhos das pessoas um grande vazio, que para preencherem tais vazios, elas vêem na bebida, drogas e até mesmo na prostituição o consolo para as suas vidas. Sabemos que a humanidade caída caminha a passos largos para o fim, para o grande abismo.


A nossa missão neste mundo é pregar o evangelho, para que saibam que a saída para os seus problemas está em Cristo Jesus.





Rev. Davi Gomes do Nascimento






sábado, 22 de agosto de 2009

LOUBOS OU PASTOR? OVELHAS OU BODES?

"Atendei por vós e por todo o rebenho sobre o qual o Espirito Santo vos constituiu bispos, para pastoreares a igreja de Deus, a qual Ele comprou com o seu próprio sangue. Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que dentre vós mesmo se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discipulos atrás dele", At 20.28-30.
Estamos vivendo em uma era em que o homem tem evoluído tanto na area da tecnologia quanto da ciência. Por outro lado podemos também ver a igreja acompanhando tal avanço, mas qual o problema nisso tudo? O problema é que ao acompanhar tais evoluções, a igreja tem se conformado com o mundo, quando a Biblia alerta a que "Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus", Rm 12.2. O que vem acontecendo com a igreja do século XXI, são apenas reflexo daquilo que a Biblia chama de falta de vigilância, foi o que aconteceu com a cidade de Sardes no ano 529 a.c, enquanto os soldados dormiam, Ciro o rei da pérsia e o seu exercito, penetraram para dentro da cidade de Sardes por um buraco que havia na sua forte muralha e assim conquistou os orgulhosos habitantes de Sardes. O grande problema nisso tudo é que a igreja da cidade de Sardes tornou-se igual aos habitantes da cidade:
  • Orgulhosos;
  • Arrogantes e;
  • Autoconfiantes.
Jesus disse para a igreja de Sardes: "Se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei", Ap 3.3. A igreja corre um grande perigo por sua falta de vigilância, pois hoje a fé no Soberano Deus é tratada apenas como "O SHOW DA FÉ", muitos se esqueceram do alerta de Paulo quanto aos lobos que se apresentam como pastor de ovelhas. Tais lobos são apenas como como os filhos de Eli, não conhecem ao Senhor e querem gozar do bom e do melhor da casa de Deus, 1 Samuel 2.12-17.
Paulo exclama hoje aos pastores: "Pastoreai o rebenho de Deus!", pois muitos lobos tem se levantado e deixando em destroços a igreja do Senhor, muitos lobos tem se levantado com o nome de "evangelicos", mas são apenas enganadores conduzindo o rebanho para o abismo. Pastores que pastoreiam a si mesmos, mas Deus alerta quanto a este problema e diz: "Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! - diz o Senhor. Portanto, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós despersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes", Jr 23. Eis o problema que vem acontecendo hoje. O que Paulo falou em At. 20.28-30, está se cumprindo, pois hoje o rebanho, através desses falsos lideres que brigam para ter o titulo de "pastor", tem deixado o real propósito para o qual foram chamados e correm atrás de bençãos, louvozões, novidades. A Biblia tem sido posta de lado e em seu lugar tem se alegado o "determinismo", "eu ordeno", "não aceite...", onde vamos parar com tanta falta de respeito as Santas Palavras de Deus? O que está acontecendo com a igreja do Senhor? Hoje é possivel escolher qual a igreja que vamos ficar e o mais interessante é a qual vamos nos sentir bem. Não se escolhe uma igreja para agradar o Senhor, mas qual irá nos agradar. Hoje a honra e a glória não é mais para Deus, mas para o homem. Até no meio presbiteriano é possivel ver bancos vazios nos cultos de orações, doutrinas e Escolas Biblicas, e as vezes nos cultos nos domingos a noite vemos a igreja cheia. O argumento de muitos e até mesmo de membros da igreja é que "a igreja é fria". Como podemos dizer que uma igreja é fria se as nossas vidas parecem mais frigorificos ambulantes? A verdade é que a chama do Espirito tem se apagado em muitas vidas, e quando não temos coragem de mostrar esta verdade, dizemos que é a igreja, o pastor, o imão, o presbitero...
Hoje somos desafiados a voltarmos a Palavra de Deus. Devemos tirar o homem do centro, e colocar-mos Deus no centro. A reforma protestante do século XVI, não simboliza apenas a ruptura com o católicismo romano, mas o coração da reforma é que a igreja estava sendo avivada através da Palavra de Deus. Hoje a igreja necessita ugentimente de um retorno fiel as Sagradas Escrituras, para que não venhamos a cair nas garras dos lobos vorazes.
"Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fides,Solu Cristus, Soli Deo Gloria"
"Só as Escrituras, Só a Graça, Só Fé, Só Cristo, Só a Deus Toda a Glória"
Postado por: Rev. Davi Nascimento

terça-feira, 4 de agosto de 2009

SUA LUTA CONTRA O ORGULHO

O texto abaixo foi retirado de um dos capítulos do livro Vencendo o Mundo, de Dr. Joel Beeke, que será lançando pela Editora Fiel em dezembro de 2008. Dr. Beeke utilizou esse texto como base de uma das mensagens que pregou na 24ª Conferência Fiel para Pastores e Líderes em outubro passado.
Sua luta contra o orgulho
Dr. Joel Beeke
Atente à sua atitude para com o ministério. Os pastores podem desenvolver duas atitudes paralisantes em relação ao ministério: orgulho ou pessimismo. Ambas são mundanas, pois demonstram que o mundo ainda não está crucificado em nós. Neste capítulo, abordaremos o orgulho; nos próximos capítulos, o pessimismo.
O pecado de orgulho
Deus odeia o orgulho (Pv 6.16-17). Com seu coração, Ele odeia o orgulho; com seus lábios, amaldiçoa-o; com suas mãos, pune-o (Sl 119.21; Is 2.12; 23.9). O orgulho foi o primeiro inimigo de Deus. Foi o primeiro pecado no Paraíso e será o último que deixaremos na terra.Como pecado, o orgulho é singular. Muitos pecados nos afastam de Deus, mas o orgulho é um ataque direto contra Deus. Eleva nosso coração acima de Deus e contra Ele. O orgulho procura destronar a Deus e entronizar a si mesmo.O orgulho também procura destronar meu próximo. Sempre coloca a idolatria do “ego” acima do meu próximo. Em sua raiz, o orgulho transgride ambas as tábuas da Lei, todos os Dez Mandamentos.O orgulho é complexo. “Assume muitas formas e estilos, envolvendo o coração como as camadas de uma cebola: quando remove uma camada, há outra por baixo”, escreveu Jonathan Edwards.Nós, pastores, que estamos sempre sob o olhar das pessoas, somos particularmente inclinados ao pecado de orgulho. Conforme escreveu Richard Greenham: “Quanto mais piedoso for um homem, quanto mais graças e bênçãos de Deus estiverem sobre ele, tanto mais ele precisará orar, porque Satanás está muito ocupado em agir contra ele e porque é propenso a se envaidecer com uma presunçosa santidade”.O orgulho se alimenta de qualquer coisa: uma medida justa de sabedoria e habilidade, um simples cumprimento, um tempo de prosperidade notável, uma chamada a servir a Deus em uma posição de prestígio — até a honra de sofrer por causa da verdade. “É muito difícil matar de fome esse pecado, visto que não existe quase nada do que ele não possa viver”, escreveu Richard Mayo.(1) Se pensamos que estamos imunes ao pecado de orgulho, devemos perguntar a nós mesmos: quão dependente somos do louvor dos outros? Estamos mais preocupados com uma reputação de santidade do que com a própria santidade? O que os presentes e as recompensas que ganhamos de outros dizem a respeito de nosso ministério? Como reagimos ao criticismo das pessoas de nossa igreja?Nossos antecessores não se consideravam imunes a este pecado. “Sei que sou orgulhoso; mas não conheço metade de meu orgulho”, escreveu Robert Murray M’Cheyne. Vinte anos depois de sua conversão, Jonathan Edwards lamentava as “profundezas insondáveis e infinitas de orgulho” deixadas em seu coração. E Lutero disse: “Tenho mais medo do papa do ‘ego’ do que do papa de Roma e de todos os seus cardeais”.O orgulho destrói nossa obra. “Quando o orgulho escreve nosso sermão ele assume sua forma e sobe ao púlpito conosco”, disse Richard Baxter. “O orgulho forma o nosso tom, estimula nossa pregação e subtrai-nos aquilo que poderia ser desagradável às pessoas. Ele nos coloca na busca do fútil aplauso de nossos ouvintes. Faz os homens seguirem a si mesmos e buscarem sua própria glória.”(2) Um pastor piedoso luta contra o orgulho, enquanto um pastor mundano alimenta o orgulho. “Os homens me admiram freqüentemente, e sinto deleite nisso”, admitiu Matthew Henry, “mas odeio o deleito que sinto”. (3) Cotton Matthew recordava, quando o orgulho enchia seu coração de amargura e confusão diante do Senhor: “Esforçava-me para ver meu orgulho como a própria imagem do Diabo, contrário à imagem e graça de Cristo; vê-lo como uma ofensa contra Deus e uma afronta ao seu Espírito; como a tolice e a loucura mais insensata para alguém que não possuía nada excelente e uma natureza tão corrupta”.(4) Thomas Shepard também lutava contra o orgulho. Em seu diário, na folha do dia 10 de novembro de 1642, ele escreveu: “Fiz um jejum pessoal, para obter mais clareza, a fim de ver toda a glória de Deus… e para obter a vitória sobre todo o orgulho remanescente em meu coração”. (5) Você pode se identificar com esses pastores, em sua luta contra o orgulho? Você se importa bastante com seus irmãos no ministério, a ponto de admoestá-los a respeito deste pecado? Quando John Eliot, o missionário puritano, observava que um colega pensava muito elevado a respeito de si mesmo, diria para ele: “Irmão, estude a mortificação, estude a mortificação”. (6)
Maneiras de subjugar o orgulho
Como lutamos contra o orgulho? Eis algumas maneiras que nos ajudam a subjugar o orgulho.
Entenda quão profundamente o orgulho está arraigado em nós e quão perigoso ele é para o ministério. Devemos protestar conosco mesmo como o puritano Richard Mayo: “Deve ser orgulhoso o homem que pecou como tu pecaste, que viveu como tens vivido, que desperdiçou tanto tempo, que abusou tanto da misericórdia, que omitiu tantos deveres, que negligenciou tão grandes meios e, por isso, entristeceu o Espírito de Deus, transgrediu a sua Lei, desonrou o seu nome. Deve ser orgulhoso o homem que tem um coração como o que tens”. (7)
Olhe para Cristo. Se desejamos destruir o orgulho mundano e viver com humildade santa, olhemos para Cristo, nosso Salvador, cuja vida, conforme disse Calvino, “era nada mais do que uma série de sofrimentos”. Em nenhum outro lugar a humildade foi tão cultivada como no Getsêmani e no Calvário. Quando o orgulho ameaça você, considere o contraste entre um pastor orgulhoso e um Salvador humilde. Confesse, como Joseph Hall:
Teu jardim é o lugarOnde o orgulho não pode entrar,Pois, se ali ele ousasse entrar,Logo seria afogado em sangue. E cante, com Isaac Watts:
Quando investigo a maravilhosa cruz,Em que morreu o Príncipe da Glória,Meu maior ganho reputo como perdaE lanço desdém sobre todo o meu orgulho.
Permaneça na Palavra. Em dependência do Espírito, leia, pesquise, memorize, ame, ore sobre ela e medite em passagens como Salmos 39.4-6; Salmos 51.17; Gálatas 6.14; Filipenses 2.5-8; Hebreus 12.1-4; 1 Pedro 4.1. Somente o Espírito pode destruir o poder de nosso orgulho e cultivar humildade em nosso íntimo, tomando as coisas de Cristo e revelando-as para nós.
Busque um conhecimento mais profundo de Deus, seus atributos e sua glória. Jó e Isaías nos ensinam que nada é tão humilhante como o conhecimento de Deus (Jo 42; Is 6). Gaste tempo meditando nas grandezas e santidade de Deus, em comparação com sua pequenez e pecaminosidade.
Pratique a humildade (Fp 2.3-4). Lembre como Agostinho respondeu a pergunta: “Quais as três virtudes que um pastor mais necessita?” Ele disse: “Humildade, humildade, humildade”. Para obter isso, procure ter maior consciência de sua depravação, bem como da hediondez e da irracionalidade do pecado. Não descanse enquanto não puder confessar diariamente como João Batista: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30), pois isto é a essência da humildade.
Lembre, diariamente, que “a soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Pv 16.18). Considere suas aflições como dons de Deus para conservá-lo humilde. Considere seus talentos como dons de Deus que nunca lhe trazem qualquer honra (1 Co 4.7). Tudo que você já realizou e realizará veio das mãos de Deus.
Encare a vitória sobre o orgulho como um processo vitalício que o chama a crescer em servidão. Esteja determinado a batalhar contra o orgulho, por considerar cada dia como uma oportunidade para esquecer-se de si mesmo e servir aos outros. Como escreveu Abraham Booth: “Não esqueça que toda a sua obra é ministerial — e não legislativa — para que você não seja um senhor da igreja, e sim um servo.8 O ato de servir é intrinsecamente humilhante.
Leia a biografia de grandes santos, como Whitefield’s Jounals (Diário de Whitefield), A Vida de David Brainerd, e Spurgeon’s Early Years (Os Primeiros Anos de Spurgeon). Como disse Martin Lloyd-Jones: “Se isso não o trouxer à terra, declare que você é apenas um profissional, sem esperança”.9 Associe-se com santos que exemplificam humildade, e não com arrogantes ou bajuladores.
Medite naquilo que os puritanos chamavam de “as quatro últimas coisas”: a solenidade da morte, a certeza do Dia do Juízo, a amplitude da eternidade e os estados inalteráveis do céu e do inferno. Considere o que você merece por causa do pecado e qual será o seu futuro por causa da graça. Permita que o contraste o humilhe (1 Pe 5.5-7).
Notas:
1. Puritan sermons, 1659-1689, being the morning exercises at Cripplegate. Wheaton, Ill.: Richard Owen Roberts, 1981. 3:378.2. Baxter, Richard. The reformed pastor. New York: Robert Carter & Brothers, 1860. p. 212-226.3. Citado em Bridges, Charles. Christian ministry. p.153.4. Ibid. p. 152.5. McGiffert, Michel (Ed.). God’s plot: puritan spirituality in Thomas Shepard’s Cambridge. Ambers: University of Massachusetts Press, 1994. p. 82, ss.6. Citado em Bridges, Charles. Christian ministry. p.128.7. Puritan sermons, 1659-1689, being the morning exercises at Cripplegate. Wheaton, Ill.: Richard Owen Roberts, 1981. 3:390.8. In: Brown, John (Ed.). The christian pastor’s manual. Ligonier, Pa.: Soli Deo Gloria, 1991. p. 66.9. Llyod-Jones, D. M. Pregação e pregadores. São José dos Campos: Fiel, 2007 p. xxx.
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

PRECISAMOS IR OU ENVIAR MISSIONÁRIOS
Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com suas etnias e idiomas tenha sido confrontada com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40°, O termo “Janela 10/40” originou-se com Luis Bush diretor International AD2000 & Beyond Movement durante a 2ª Conferência de Lausanne, em Manila, em Julho de 1989. Desde então, tem sido usado por Missiólogos e autoridades eclesiásticas no mundo. Representa uma grande multidão de cerca de 2,7 bilhões de pessoas que ainda são objeto dos empreendimento missionários do povo de Deus. A área de maior perseguição atualmente fica na Janela 10/40, a faixa compreendida entre os paralelos 10" e 40", onde vivem 97% das pessoas menos evangelizadas do mundo. Essa área retangular se estende do oeste da África até a Ásia, entre os paralelos 10 e 40 ao norte do Equador. Há 1,6 bilhões de muçulmanos, hindus e budistas vivendo nessa "janela" e em alguns países a Igreja foi quase que eliminada como resultado da opressão islâmica. A população cristã lá é menor que 2%, uma pequena, porém, preciosa minoria. Outra área crítica na Janela 10/40 é a China. Pastores e evangelistas são detidos todos os dias. Igrejas nos lares são fechadas e seus líderes ameaçados. Muitos são presos por portarem simpleamente a Bíblia. E, apesar do declínio do comunismo na Europa, a China ainda mantém uma posição ateísta inflexível, piorando a situação da Igreja lá. Os países com as maiores populações não-cristãs são: China , Índia , Indonésia , Japão , Bangladesh , Paquistão ,Turquia e Irã, todos na Janela 10/40°.

Países da Janela:

01 - KUWAIT
Localização: Golfo Pérsico 5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Restrito

02 - IRÃ
Localização: Golfo Pérsico 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas
Evangelismo Proibido

03 - EGITO
Localização: Oriente Médio 0,8% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

04 - ISRAEL
Localização: Oriente Médio0,35% de Cristãos evangélicos Predominante: Judeus e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

05 - BRUNEI
Localização: Sudoeste da Ásia 0,6% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Budistas
Evangelismo Restrito

06 - LÍBIA

Localização: Norte da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

07 - SOMÁLIA

Localização: Leste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

08 - BANGLADESH

Localização: Ásia Central 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus
Evangelismo Restrito

09 - BURKINA-FASO

Localização: Oeste da África 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Animistas e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

10 - UZBEQUISTÃO

Localização: Leste da Ásia 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

11 - TADJIQUISTÃO

Localização: Leste Asiático 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

12 - LÍBANO

Localização: Oriente Médio 4,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas
Evangelismo Permitido

13 - MALÁSIA

Localização: Sul da Ásia 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos, alguns Budistas e Hindus
Evangelismo Restrito

14 - PAQUISTÃO

Localização: Oeste da Ásia 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Restrito

15 - ÍNDIA

Localização: Ásia Central 1% de Cristãos evangélicos Predominante: Hindus e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

16 - BUTÃO

Localização: Ásia Central 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

17 - MALI

Localização: Oeste da África 0,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e algumas Crenças Tradicionais Evangelismo Permitido

18 - NEPAL

Localização: Ásia Central 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Hindus e alguns Budistas
Evangelismo Restrito

19 - CHINA

Localização: Leste da Ásia 4% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Folclóricos Chineses Evangelismo Restrito

20 - QATAR

Localização: Golfo Pérsico 0,007% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

21 - OMÃ

Localização: Golfo Pérsico 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos
Evangelismo Proibido

22 - NIGÉRIA

Localização: Oeste da África 17% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Animistas
Evangelismo Restrito

23 - MAURITÂNIA

Localização: África do Norte 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

24 - ARÁBIA SAUDITA

Localização: Golfo Pérsico 0,007% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

25 - AZERBAIJÃO

Localização: Leste da Ásia 0,003% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

26 - EMIRADOS ÁRABES UNIDOS

Localização: Golfo Pérsico 0,7% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Proibido

27 - DJIBUTI

Localização: Leste da África 0,03% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

28 - TURQUEMENISTÃO

Localização: Leste da Ásia 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

29 - KAZAQUISTÃO

Localização: Leste da Ásia 0,004% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

30 - MALDIVAS

Localização: Centro Sul Asiático 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

31 - SUDÃO

Localização: Leste da Ásia 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Animistas
Evangelismo Restrito

32 - GUINÉ

Localização: Oeste da África 0,75% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Animistas
Evangelismo Restrito

33 - BENIN

Localização: Oeste da África 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Crenças Tradicionais e alguns Muçulmanos Evangelismo Permitido

34 - ALBÂNIA

Localização: Sul da Europa 5% de Cristãos evangélicos Predominante: Ortodoxos e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

35 - IEMEM

Localização: Oriente Médio 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

36 - ETIÓPIA

Localização: Leste da África 10% de Cristãos evangélicos Predominante: Ortodoxos, Sunitas e Crenças Tradicionais Evangelismo Permitido

37 - TUNÍSIA

Localização: Norte da África 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

38 - JORDÂNIA

Localização: Oriente Médio 0,4% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

39 - AFEGANISTÃO

Localização: Leste da Ásia 0,2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Restrito

40 - TAILÂNDIA
Localização: Sudoeste da Ásia 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas
Evangelismo Restrito

41 - INDONÉSIA

Localização: Norte da Ásia 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus
Evangelismo Restrito

42 - MARROCOS

Localização: Norte da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

43 - VIETNÃ

Localização: Sudoeste da Ásia 0,6% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e Crenças Tradicionais
Evangelismo Restrito

44 - MYANMAR

Localização: Sudoeste da Ásia 4% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e alguns Muçulmanos
Evangelismo Permitido

45 - CAMBOJA

Localização: Sul da Ásia 0,05% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas
Evangelismo Restrito

46 - SENEGAL

Localização: Oeste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

47 - JAPÃO

Localização: Leste da Ásia 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Shinto / Budistas
Evangelismo Permitido

48 - NIGÉR

Localização: Oeste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Animistas Evangelismo Restrito

49 - LAOS

Localização: Sudoeste da Ásia 1,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas
Evangelismo Restrito

50 - IRAQUE

Localização: Golfo Pérsico 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas
Evangelismo Restrito

51 - TAIWAN

Localização: Leste da Ásia 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Folclórica Chinesa e alguns Sunitas
Evangelismo Permitido

52 - TIBET

Localização: Oeste da China 0,02% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas
Evangelismo Restrito

53 - TURQUIA

Localização: Oeste da Ásia 0,03% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Restrito

54 - SÍRIA

Localização: Oriente Médio 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas
Evangelismo Proibido

55 - GUINÉ-BISSAU

Localização: Oeste da África 1,2% de Cristãos evangélicos Predominante: Animistas e alguns Muçulmanos
Evangelismo Restrito

56 - QUIRQUISTÃO

Localização: Leste da Ásia 0,003% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito

57 - SAARA OCIDENTAL
Localização: Norte da África 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos
Evangelismo Proibido

58 - SRI LANKA

Localização: Ásia Central 0,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas, alguns Hindus e Muçulmanos
Evangelismo Restrito

59 - BANRAI

Localização: Golfo Pérsico 1,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus
Evangelismo Proibido

60 - ARGÉLIA

Localização: Norte da África 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas
Evangelismo Proibido

61 - CORÉIA DO NORTE

Localização: Leste da Ásia 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Crenças Tradicionais Evangelismo Proibido

62 - MONGÓLIA

Localização: Centro-Norte da Ásia 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Crenças Tradicionais Evangelismo Restrito

(Extraído do Jornal Paixão pelas Almas - SEMIPA)


A Realidade Mundial:
Vivem no mundo hoje, mais de 2,5 bilhões de pessoas que nunca ouviram o Nome de Jesus nem sequer uma vez. Esta vasta multidão representa 15 vezes a população do Brasil, 1,7 bilhão são considerados cristãos. Destes quantos realmente são nascidos de novo? "Não há outro Nome pelo qual devamos ser salvos." "Todo aquele que não nascer de novo... não pode entrar no Reino de Deus." (At. 4:12, Jô. 3:3-5)Existem mais de 200 nações no mundo; 12.500 grupos étnicos; 10.000 povos ainda não alcançados pelo evangelho; 6.528 línguas. 1.1 bilhão de pessoas são analfabetas. 1.3 bilhão são miseravelmente pobres, ou seja, ganham menos que U$ 1.000,00 por ano e somente serão salvas se ouvirem e crerem no Evangelho de Jesus. Segundo estatísticas nascem 370 mil enquanto morrem 150 mil dia. Estima-se que mais de 85 mil morrem por dia sem nunca terem ouvido falar o Nome de Jesus nem sequer uma vez na vida. Ou seja, 2,5 milhões de pessoas morrem a cada mês e vão para a eternidade sem terem sido sequer evangelizadas. Até amanhã a esta hora, mais de 85 mil vidas terão ido para o inferno e se você crê mesmo na bíblia, saberá que isso não é sensacionalismo mas que é nossa mais pura realidade.





Ore pela evangelização destes Países



"Portanto, ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco, todos os dias, até à consumação dos séculos. Ámen!" Mt 28.19, 20.


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FONTE: http://www.missaoterra.com/

terça-feira, 28 de julho de 2009

John Harper – Um Grande Evangelista

John Harper – Evangelista
Por
Mark Dever

Deixe-me lhe contar uma história maravilhosa sobre uma pessoa com a qual você gostaria de parecer. E, por favor, seja paciente com alguns dos detalhes. Não consigo contar histórias de outra forma.
John Harper nasceu num lar cristão em Glasgow, Escócia, em 1872. Quando tinha aproximadamente quatorze anos, tornou-se ele mesmo um cristão, e dali em diante, começou a falar aos outros sobre Cristo. Aos dezessete anos, começou a pregar, ir às ruas do seu vilarejo e derramar sua alma enquanto suplicava com paixão que os homens se reconciliassem com Deus.
Após cinco ou seis anos de labor nas esquinas das ruas pregando o evangelho, e trabalho na usina durante o dia, Harper foi recebido pelo Reverendo E. A. Carter da Missão Batista Pioneira em Londres. Isso deixou Harper livre para devotar seu tempo e energia integral à obra que o seu coração amava tanto – o evangelismo. Um pouco depois, em setembro de 1896, Harper iniciou sua própria igreja. Essa igreja, que começou com apenas 25 membros, passou a mais de 500 membros quando ele saiu de lá, uns treze anos mais tarde. Durante esse tempo ele casou-se e ficou viúvo. Antes de perder sua esposa, Deus abençoou Harper com uma beleza menininha chamada Nana.
A vida de Harper foi agitada. Ele quase morreu afogado várias vezes. Quando tinha dois anos e meio de idade, caiu num povo, mas foi resgatado e reanimado por sua mãe. Aos vinte e seis, foi arrastado mar adentro por um vento reverso e quase não sobreviveu. E aos trinta e dois anos viu de frente a morte no Mar Mediterrâneo, quando estava num barco com o casco rachado.
Na verdade, esses “contatos” com a morte parecem ter apenas confirmado John Harper em seu zelo pelo evangelismo, algo que o marcou pelo resto dos dias de sua vida.
Enquanto pastoreando sua igreja em Londres, Harper continuou seu evangelismo fervoroso e fiel. De fato, ele era um evangelista tão zeloso que a Moody Church em Chicago pediu que ele viesse até a América para uma série de encontros. Ele o fez, e muito bem. Uns poucos anos depois, a Moody Church perguntou se ele não queria ir novamente. E foi assim que certo dia, Harper adentrou num navio com um ticket de segunda classe em Southampton, Inglaterra, para uma viagem até a América.
A esposa de Harper tinha morrido uns poucos anos antes, e Harper tinha com ele sua única filha, Nana, de seis anos. O que aconteceu após isso sabemos principalmente por duas fontes. Uma é Nana, que morreu em 1986 aos oitenta anos. Ela lembrava-se de ter sido acordada pelo pai umas poucas noites na jornada deles. Era por volta de meia-noite, e ele disse que o navio onde eles estavam tinha batido num iceberg. Harper disse a Nana que outro navio estava para chegar, a fim de resgatá-los, mas, como precaução, ele a colocaria num barco salva-vidas juntamente com uma prima mais velha, que os acompanhava. Quanto a Harper, ele aguardaria até o outro navio chegar.
O restante da história é uma tragédia bem conhecida. A pequena Nana e sua prima foram salvas. Mas o navio onde tinham estado era o Titanic. O único motivo de sabermos o que aconteceu com John Harper depois é que, numa reunião de oração em Hamilton, Ontário (Canadá), alguns meses depois, um jovem escocês caiu em lágrimas e contou a história extraordinária de como ele foi convertido. Ele explicou que estava no Titanic na noite em que o mesmo atingiu o iceberg. Ele tinha se apegado a um pedaço de mastro que estava flutuando nas águas congelantes. “Subitamente”, disse, “uma onda trouxe até mim um homem, John Harper. Ele também estava agarrado a um pedaço dos destroços. Ele bradou:
- Homem, você é salvo?
- Não, eu não sou”, respondi.
Ele gritou de volta:
- Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo.
As ondas afastaram Harper de mim, mas um pouco depois, ele foi trazido de volta
e ficou ao meu lado de novo.
- Você está salvo agora? Ele exclamou.
- Não. Respondi.
- Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo”.
Então, perdendo o seu destroço, Harper afundou. E ali, sozinho na escuridão da noite com 50 metros de água abaixo de mim, confiei em Cristo como meu Salvador. Eu sou o último convertido de John Harper.

Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
NOTA: Naquela noite de domingo, apenas uma hora ou duas antes do Titanic colidir com o iceberg, ele olhou para o céu e vendo um brilho vermelho no oeste, disse: "Vai fazer um belo dia amanhă". Sim, faria, mas a beleza que ele veria năo era aquela à qual se referia quando disse essas palavras. Ele veria a beleza do Salvador.
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UMA BIOGRAFIA RESUMIDA DA VIDA DE ARTHUR W. PINK

UM GIGANTE ESQUECIDO DA FÉ CRISTÃ
Por


Ronaldo Didini

Arthur W Pink, nasceu em Nottingham, Inglaterra, em 1886. Seus pais eram cristãos piedosos e ele tinha um irmão e duas irmãs. Pink foi um homem de Deus incompreendido em sua época. Sua história começa como muitos já começaram: uma sede pela descoberta da verdade, mas uma sede que, muitas vezes, é saciada de maneira errada e nos deixa mais sedentos do que anteriormente. Portanto, vamos conhecer um pouco desta sede e da vida deste gigante esquecido da fé cristã.
Aos 16 anos A. W. Pink encerrou os seus estudos e entrou para o ramo de negócios. Rapidamente obteve sucesso no que havia determinado fazer mas, para a tristeza dos seus pais, ele abriu mão de Evangelho. Foi nesta época que ele se tornou um discípulo da Teosofia e do Espiritismo. Em 1908 ele já era conhecido como um teosofista e um espírita praticante. Neste mesmo ano, com 22 anos, ao chegar à casa após uma reunião teosófica, seu pai dirigiu-se a ele e citou este versículo da Bíblia: "HÁ CAMINHO QUE AO HOMEM PARECE DIREITO, MAS O FIM DELE SÃO OS CAMINHOS DA MORTE" Prov 14:12, Pink foi para o seu quarto e ficou pensando nas palavras que seu pai lhe dissera. Em seguida resolveu orar e pedir uma orientação a Deus. Foi o suficiente para enxergar o seu erro.Esta experiência foi tão marcante que A. W. Pink encontrou o que tanto desejava: Jesus Cristo, Aquele que Lhe daria a Água Viva para saciar a sua sede, assim como prometera à mulher samaritana (Jo 4:14). Cristo tornara-se real para ele! O mais interessante é que, na 6ª feira daquela mesma semana, Pink faria uma palestra para os adeptos da Teosofia (que ainda não sabiam de sua conversão). No dia e hora marcados, Pink dirigiu-se ao salão de Convenções da Teosofia. Quando subiu para falar, pregou o Evangelho em demonstração de Poder. A reação da turba foi imediata: retiram-lhe à força e lançaram-no à rua. Um episódio que serviu para abrir os olhos dele para o caminho que o esperava!Assim, Arthur W Pink não tinha mais dúvidas sobre o seu chamado. Mas em qual Igreja? Havia tanto liberalismo nos ministérios. Então, ele foi recebido na Igreja dos Irmãos, onde ensinavam a Bíblia com muito amor. Depois, recomendaram que ele fosse estudar no Instituto Dwight L. Moody, em Chigago, Estados Unidos. Então, em 1910, ele foi para Chicago estudar. Nos anos que se seguiram esteve pastoreando Igrejas no Colorado e na Califórnia. Em 1916, casou-se em Kentucky, com uma mulher chamada Vera.
Em 1917 pastoreou uma Igreja Batista na Carolina do Sul. Foi nesta época que ele começou a ter problemas com o seu ensino. Começou a ler os puritanos e descobriu verdades que o perturbaram. Uma delas era sobre a perseverança final dos santos e isto significava o seguinte: uma vez que a pessoa havia tomado uma decisão por Cristo ela poderia estar certa da Glória. Contudo, ao ler os puritanos (John Owen, Jonathan Edwards, entre outros), ele começou a ver uma ênfase toda diferente. Descobriu que, sem santidade ninguém veria Deus (Hb 12:14). Devemos observar bem que aqui, neste ponto, ocorreu a revelação sobrenatural no ministério de AW Pink, algo que todos devemos glorificar a Deus por termos a Graça de saber! ALELUIA.
Esta era a ênfase do ensino puritano e esta visão mudou completamente o ministério de A. W. Pink. Não adianta dizer: "Há 10 anos aceitei Jesus". A pessoa deve perguntar-se: "Estarei(eu)crescendo na Graça?" Ora, isto quer dizer que aqueles que perseveram são os verdadeiros santos: Os que verão a Deus. Em outras palavras, A. W. Pink, pelo Espírito Santo, mostra-nos como os 10 (dez) mandamentos são importantíssimos, conforme a própria Palavra de Deus menciona no livro de Romanos (7:12). O apóstolo, cheio do Espírito Santo, queria dizer aos cristãos em Roma: "A lei existe, mas com ela tudo está feito; basta seguir o que está escrito: cumpriu, recebeu o que cumpriu; não cumpriu; deixa de receber o que queria. Na Graça, a Lei foi cumprida, em Cristo Jesus, não precisamos cumprir rituais de sacrifícios para agradar a DEUS. Já está feito. Está consumado!O que interessa é o que somos e nos tornamos em Cristo”.Este é um simples e objetivo resumo! A. W. Pink, traduziu tudo isto em um trecho de uma carta, na qual escreveu: “Prega-se o amor de Deus, mas esquece-se da santidade em relação a Deus. Exalta-se o Sangue de Cristo e Sua Obra no Calvário, mas esquecem-se de falar sobre a Cruz que ele mandou carregar para segui-lo, ou seja, fechar a porta ao pecado. Prega-se sobre a salvação do inferno, mas esquecem-se de pregar sobre a salvação da vontade própria e do agradar a si mesmo. Prega-se sobre os dons gratuitos de Deus, mas não sobre o andar obediente com Deus. Prega-se sobre segurança do crente (posição espiritual), mas esquecem-se de pregar que a salvação se desenvolve com temor e tremor”. À medida que ele começou a pregar isto, descobriu que não eram coisas populares. Então, Deus começou a trabalhar diretamente em A. W. Pink e mostrou-lhe como Ele, Deus, é Soberano em todas e sobre todas as coisas. Então, em 1920, ele saiu da Igreja Batista na Carolina do Sul e começou um ministério itinerante em todos os USA, para revelar à Igreja esta visão da Soberania de Deus. Suas pregações eram firmes e abençoadas, mas, como dissemos, não eram populares. Então, ele começou a sentir que estava ficando só. As pessoas não gostavam do que ele pregava. Em 1922, começou um revista chamada "Estudo nas Escrituras" para alcançar os mais variados tipos de pessoas, dando-lhes uma compreensão mais clara da Palavra de Deus. Mas poucas pessoas se interessaram pela leitura da Revista. Ele publicou 1000 revistas e, muitas delas, não foram sequer vendidas. Em 1922, fizeram-lhe um convite para visitar a Austrália. Ele viu neste convite uma grande oportunidade de pregar o Evangelho e terminou por estabeleceu-se na cidade de Sidney, à convite das Igrejas Batistas locais. Nesta ocasião, começou a pregar a Palavra para centenas de pessoas, que todas as noites viam ouvi-lo. Porém, quando ele começou a pregar sobre a Soberania de Deus, os pastores começaram a ficar preocupados. Eles diziam a Pink: “ se Deus é Soberano, então nós não podemos ser responsáveis”. Mas, nós sabemos que há responsabilidades. Por exemplo: As Escrituras dizem que Jesus é o Cordeiro morto antes da fundação do mundo (Ap 13:8), mas aqueles que participaram de Sua morte foram responsáveis. Aliás, Judas não se suicidou? Teria cometido suicídio se o labirinto do remorso não repousasse sobre a sua responsabilidade? Ora, a Soberania de Deus é algo sobrenatural e que está além de conjecturas, normas, doutrinas ou preceitos humanos. É isto que muitos, principalmente religiosos, não gostam de ouvir. Gostam de impor regras. Louvam a si próprios com seus ideais e conceitos. Um exemplo patético e, ao mesmo tempo, perigoso e traiçoeiro, é a doutrina do G-12. Querem colocar a Glória e a Soberania de Deus dentro de um Manual. Creio que dá para sentir um pouco, o que A. W. Pink sentiu com os “donos” daquelas Igrejas. Aliás, perguntar não ofende? Onde estão todos eles agora? Deus ser Soberano não exclui a responsabilidade de ninguém. Bem, continuemos…Depois disto, Pink foi convidado a não pregar mais naquelas Igrejas e outro grupo batista, mas com forte influência calvinista, convidou-o para ser o preletor em suas Igrejas. O Pr A. W. Pink foi, mas não sabia que aconteceria outro tipo de problema. Isto porque,à princípio, eles gostaram de sua pregação sobre a Soberania de Deus, mas quando ele começou a chamar as pessoas à frente para aceitarem Jesus como Senhor e Salvador, muitos passaram a criticá-lo. Ele pregou, nesta Igreja, que Cristo estava oferecendo perdão a toda criatura. Eles discordaram e disseram: "Não, isto não pode ser verdade, pois se você chama as pessoas a Cristo, você está negando o estado da depravação humana. Os homens já estão mortos em delitos e pecados. Os mortos não se arrependem e crêem. Por isto, há os eleitos de Deus. Eles já estão eleitos". Estas Igrejas eram hiper calvinistas (predestinação absoluta).Obviamente, A.W. Pink discordava. E discordava totalmente. Ele dizia: Como vou saber quem é eleito se não pregar a Verdade e não chamá-los a Cristo? Deus só está preocupado em salvar os seus eleitos? Não sabemos quem são os Seus eleitos? Se soubéssemos, iríamos pregar o Evangelho só para os eleitos… mas não sabemos! Estes hiper calvinistas estendiam a verdade a uma conclusão falsa (aliás, muitos fazem isto, principalmente hoje em dia). Por exemplo, a Bíblia diz que DEUS deseja que ninguém pereça e que Jesus chorou sobre Jerusalém. Deus tem o desejo que o Evangelho seja pregado a cada criatura (Mc 16:15). O verdadeiro calvinismo bíblico não nega este fato. Mas a conclusão de que não podemos convidar as pessoas a Cristo é falsa! Depois de 8 anos vivendo na Austrália, em 1928, AW Pink retornou à Inglaterra. Aqui aconteceu algo que somente Deus pode explicar: durante 8(oito) anos ele procurou um lugar para pregar a Palavra e ajudar as pessoas. Não conseguiu achar. Ninguém estava interessado em ouvir suas pregações. A sua fé foi duramente provada durante este período e, apesar de toda a luta, ele continuava a editar a revista “Estudo nas Escrituras”, embora muitos poucos a liam. EM 1936, ELE ENTENDEU QUE DEUS, DE ALGUMA FORMA, HAVIA FECHADO AS PORTAS DA PREGAÇÃO PARA ELE. Então ele realmente o que Deus queria dele: entregar-se totalmente a escrever a Verdade à luz da Bíblia. Esta era a sua chamada. A herança na qual Cristo falaria com ele através de gerações e ensinaria Seu povo em tempos de apostasia. Ele creu que Deus faria estes estudos chegarem às mãos de pessoas e as abençoaria, anos depois de sua morte! Quando começou a 2ª Guerra Mundial, A. W. Pink vivia no sul da Inglaterra, região que sofreu fortes ataques aéreos. Então, em 1940, ele e a sua esposa (Vera), mudaram-se para o norte da Escócia, em uma pequenina ilha chamada Luis. 12(doze) anos depois, em 1952, A. W. Pink faleceu. SOMENTE 8 PESSOAS COMPARECERAM AO SEU ENTERROQUANDO ELE MORREU, JAMAIS PODERIA IMAGINAR O TAMANHO DA AMPLITUDE DE SUA OBRA QUE, INFELIZMENTE, SOMENTE AGORA COMEÇOU A SER TRADUZIDA PARA O PORTUGUÊS. UMA OBRA QUE PERCORRE O MUNDO INTEIRO NAS LIVRARIAS, INTERNET E DEMAIS LOCAIS….SEU LIVRO, SOBERANIA DE DEUS, NA VERSÃO INGLESA, JÁ VENDEU MAIS DE 250.000 EXEMPLARES.MAS ENQUANTO ELE ESTAVA VIVO NINGUÉM DEU ATENÇÃO A SEUS ENSINOS, À LUZ DA BÍBLIA.TODO ESTE TESTEMUNHO, NOS ENSINA O SEGUINTE: DEUS TEM O SEU TEMPO (A HORA QUE ELE FAZ AS COISAS ACONTECEREM)DESDE O APÓSTOLO JOÃO, PASSANDO POR TODOS OS APÓSTOLOS E HERÓIS DA FÉ ATUAIS COMO CHARLES SPURGEON, JOWN OWEN,AW PINK, TODOS… SEM EXCEÇÃO CRERAM, VIVERAM E PREGARAM QUE:DEUS É O DEUS DE AMANHÃ. Não há desespero: Deus sabe o que está fazendo! Todos criam na possibilidade do reavivamento! Reavivamento é: Recuperação repentina e forte do vigor da Igreja. Pela fé é e deve ser uma realidade já presente! O REAVIVAMENTO JÁ CHEGOU!
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Nota sobre o Autor deste Artigo: O Autor é pastor da Igreja Mundial do poder de Deus, é administrador do site: http://www.ministeriocaminhar.com.br/. O que é muito interessante é que neste artigo, é que ele aborda numa ótica reformada A vida de A. W. Pink. Como ele mesmo afirma no artigo: O REAVIVAMENTO JÁ CHEGOU!
Sobre a vida de A. W. Pink, o Presb. Felipe Sabino diz que: Pink é o que todo bom leitor de teologia procura: erudição misturada com piedade. Os seus comentários são inspiradores, não somente demonstrando a reverência do autor para com Deus e a Escritura, mas também incitando o leitor ao mesmo. A sua maneira cativante de descrever as verdades divinas, a sua capacidade extraordinária de expor as mais difíceis passagens, e o seu rico e belo linguajar dificilmente encontram paralelo em toda a história do Cristianismo.
Apesar de Charles H. Spurgeon ser muito mais conhecido e lido do que Pink — principalmente aqui no Brasil —, é impossível que um apreciador de Spurgeon não fique encantado com Pink: não somente a teologia deles é a mesma (batistas calvinitas!), mas o próprio estilo é muito parecido. Além do mais, os livros de Pink são recheados com diversas citações do grande Príncipe dos Pregadores.
Um outro fator impressionante em Pink é a sua humildade e o seu compromisso inegociável com a verdade. Assim como Agostinho, ele veio a rejeitar várias das suas doutrinas e crenças anteriores, após um estudo mais cuidadoso do tema à luz das Escrituras. Entre as crenças abandonadas por Pink podemos citar o pré-milenismo e o dispensacionalismo, para não citar a sua mudança de uma Igreja Congregacional para uma Batista. Numa carta ele chega a dizer que não recomendaria o seu livro “
The Antichrist” [O Anticristo] para ninguém; além disso, ele escreveu mais tarde um livro combatendo o dispensacionalismo (A Study of Dispensationalism), o qual, como já dito, foi anteriormente defendido por ele. [3] Com certeza não teríamos tantas heresias em nosso meio se os pastores, líderes e membros em geral das igrejas tivessem a humildade de Pink para reconhecerem os seus erros.
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Fontes: